segunda-feira, 5 de junho de 2017

UM FIM DE SEMANA COM PESSOAS AGRADÁVEIS

Mirian e eu sempre gostamos muito de Léo Fonseca. A sua eleição para vice-presidente do GAB deu oportunidade para nos aproximarmos mais.
Ontem nós o convidamos, juntamente com Mona Lisa, para um bate papo aqui em casa. O tema da conversa foi basicamente o GAB e outras questões de Belisário.
Como ele é um cara de muito bom gosto Mirian optou com algo mais "chiquinho". De vez em quando a gente gosta de brincar disso. 
Um fondue no frio é muito gostoso.
E a prosa continuou no domingo. Fomos convidados para outro evento com outra característica. Tomamos o caminho de Rosário da Limeira.
Entramos na direção S. Domingos.
Veja esse carcará no topo da árvore.
Vamos deixar a direção São Domingos e pegar a direção da Cachoeira da Fumaça.
A casa de João e Nadir vai ficar pra trás.
Descemos errado nessa rampa. O sítio pretendido não é aqui. E agora? A porteira está fechada e o carro não vira aqui.
A rampa é puxada e tenho de ir de ré na pista com folhas. Nesse caso é só colocar a tração nas 4 rodas.
Também não é aqui o nosso destino.
Agora chegamos.
Estamos na Fazenda Caramonho, propriedade de D. Mariquinha, mãe de Gilcéa.
Léo veio nos recepcionar.

As cenas da roça nos atraem muito, a mim e a Mírian.
Tá ai o casa, Lelei e Gilcéa.
Essa vibração toda do irmão de Gilcéa se dá pelo fato dele ter medido a pressão e ter dado 12 X 8. Pressão de menino.
D. Mariquinha comemorou 90 anos recentemente. Tá inteira.
O convite de Léo foi para comermos pastel.

Que vai sendo produzido.

Léo acaba de fazer esse pano de prato. A empresa onde ele trabalha é especializada em bordados. Tem máquinas ultra modernas para isso.
O seu irmão não perde tempo, ajudando a esposa a recortar peças para confecção de roupas de criança. Gente trabalhadeira.
O convite foi pra pastel, mas nos ofereceram almoço. Fazer o quê? É famosa a maionese caseira de Gilcéa.
Comida na roça não pode ser chique. Tem de ser gostosa. E essa estava muito gostosa.
Não conhecia arroz com suã, que é uma parte inferior do lombo do porco, com osso. Muito saborosa. 
Com direito a doces com creme de leite.
Todo mundo satisfeito? Então vamos comer pastel de carne, carne com queijo e queijo com goiabada.
Como havia almoçado muito e comido sobremesa, só com  3 pasteis.
E a fritura não para.
Hora de partir. Do carro ainda pego essas cenas.
E já estamos de volta.
Belisário a vista.
Foi um domingo agradabilíssimo. Um pessoal muito alegre, que faz esse programa de almoço em família todos os domingos. Nós nos sentimos em casa, mesmo conhecendo poucos dos presentes.

5 comentários:

  1. Muito bacana! O Leonardo está sempre pronto a nos ajudar na questão do festival e da cervejaria. É um amigo que procuro nas horas difíceis. Estou devendo uma cerveja pra ele.

    Renato Sigiliano

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  2. Foi realmente um final de Semana muito agradável, Miriam e Cléber como sempre muito simpáticos e receptivos . Gostamos muito de recebê-los no Sítio, Voltem sempre!

    A família é grande e está sempre reunida. Muita coisa boa esta por vir da nossa prosa de sábado , buscando mais pelo GAB e comunidade de Belisário.

    Forte Abraço!

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  3. Olá amigo Cleber !!!
    Conheço a Dona Mariquinha e a Gilcéa do meu tempo de moleque, com 16/17 anos, quando passava as minhas férias em Belisário, na casa da Tia Fia (Maria Calais).Se não me engano, naquela época, elas moravam na rua, em Belisário, quase em frente à casa da minha tia e, elas também são minhas parentes, da parte do meu pai, João Evaristo Assafrão, já falecido, que era natural de São Domingos.

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    1. Olá, Gilmar, continuo morando no mesma casa do tempo da adolescência, mas os finais de semana são no sítio, junto com mamãe.
      Abraços, saudades daquele tempo.

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  4. Dr. CLÉBER: no museu TIC-TAC de Belisário, há uma grande panela de pedra, do tempo da fundação do lugar. Foi muito usada no preparo de arroz com suã, principalmente nos almoços de casamentos (suã é a coluna dorsal do porco). Realmente um prato de nossa culinária, que precisamos resgatar. Delicioso. Um abraço ao pessoal de Dª Mariquinha.

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