terça-feira, 13 de junho de 2017

A TERÇA EMBELISARIO

Todo mundo ainda dormindo e a patroa inventa de fazer um selfie com flash na cara de todos. Por desaforo eu publico a foto.
Mudar a roupinha pra enfrentar o dia, que será pesado.
Um pokan do sítio do Landis pra abrir o apetite.
Vamos pegar pão na padaria.
Gui se apaixonou pela fazendinha.
Fomos no Atelier do Antônio Moreira para pegar material. Colônia de férias tem de ter uma extensa programação.
Não deu tempo de fazer nada com isso que pegamos lá, por enquanto.
Mais um vira latas procurando comida.
Quem vem pra roça tem de trazer todo tipo de roupa e calçado para pular na poça d'água.

Essa academia de ginástica para adultos é mais usada como parquinho infantil.
Ela pensa que está numa academia chique. Antes de usar tem de fazer a higienização do equipamento.
Vamos até o haras do "Tão". Tem coisas bonitas pra mostrar pra esses baianinhos.

Um selfie com aquele pampa ao fundo.
Mas "Tão" foi mais gentil. Vai por a cela infantil no "herói" 
Pra alegria da molecada.
Primeiro Alice. Com a língua "plesa" do Cebolinha sai cantando.

Agola eu ela heloi
E meu cavalo só  falava inglês...
A noiva do Cowboy
Ela você, além das outlas tlês. 
Até a frente da nossa casa.
Gui volta.
"Tão" é muito carinhoso com a filha Lara, a sobrinha Júlia e com todas as crianças.
Agora dupla montaria.
Passamos direto, subindo a estrada.
Belisário fica lá embaixo.
O transporte público hoje requer a conexão entre modais diferentes. Trens/ônibus. Barcas/ônibus. Metrô/VLT... Aqui também é assim. Nesse ponto uma estação de transbordo cavalo/charrete.
E nela que eles retornam.
Zé Alcides como piloto.
Pra descer todo santo ajuda, até aos cavalos.
Vô Cléber também sobe.
E as atividades não estão encerradas. Com o sol já aberto, dá pra brincar com água.
Não há desperdício. Essa água vem do lago no fundo do quintal.


Vovó Mirian prefere colocar roupa de banho. Já que está no inferno, então abrace o capeta.





Para encaminhar o encerramento do dia, vamos brincar na areia. 
É outra atração para crianças, assim como a água.
Lilica cisma de ficar se lavando o tempo todo. Até o bumbum tem de ficar limpo.
Terceirizamos o acompanhamento na parte da tarde. Lara está nos ajudando a olhar esses pivetes.
Muito carinhosa ela.
Um, dois, e já....
O areeiro é de "Dé".
Se meus netos pegarem alguma micose aqui,  eu o processo.

5 comentários:

  1. Na mesma medida em que forem crescendo, essas felizes crianças vão também percebendo a riqueza da experiência que elas estão vivenciando. São bem poucas as crianças "urbanas" que têm o privilégio de "viajar" a cavalo, de charrete e ainda rolar num monte de areia. E essas ainda têm a sorte extra porque podem contar com avós tão carinhosos e dedicados. Beleza!

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  2. Só acho que deveriam estar agasalhadas essas crianças. Elas não têm a resistência dos adultos, guardam ainda intimidade com aquele quentinho de nove meses na barriga da mamãe. Até nos bebês, não gosto nem de lembrar que se acabaram os sapatinhos de lã, as toquinhas, os casaquinhos, etc. A gente apalpa o bracinho, a perna ou a cabecinha das crianças e estão muitas vezes bem frias. No inverno é bom se agasalhar, de um calorzinho ninguém vai se queixar. Muito menos o sangue que precisa estar a 36 ou 37 graus e aí fora deve estar a 23. Vovô e vovó : juízo ! Fala uma idosa, que como as crianças, gosta do aconchego dos agasalhos.

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  3. Adorei!Eles também devem estar adorando!

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  4. Se os netos "pegarem uma micose" ai, corram com elas pra Drogaria Balbino!!!
    Hehehehe

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  5. essa vivencia encantada vai deixar marcas maravilhosas. Continuem todos muito abençoados. Quando vai começar a colonia de ferias dos que ja fizeram 60? Eu só dispenso a areia kkkk

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