domingo, 25 de junho de 2017

UM SÁBADO AGITADO EM SSA

Pela manhã tomamos a direção Litoral Norte. Para os amigos que já não estão em Salvador, como Dudu e Jeanete, apresento o misterioso Metrô de Salvador, que ligava nada a lugar nenhum, mas agora está sendo ampliado, com o trecho para o Aeroporto. Por enquanto até o Pituaçu.
A cidade cresceu para esse lado. Tudo aqui aconteceu depois de termos saído, há 8 anos.
Os cabos elétricos e de comunicação enfeiam uma cidade.
Volto a destacar a arrojada arquitetura baiana.
O nosso destino é o conhecido condomínio Vilas do Atlântico, que virou uma cidade. Temos duas visitas agradáveis a fazer aqui.
A primeira delas. É bobagem ter casa de praia. Um amigo tendo é muito melhor..

E aí estão eles. Marco e Helô, que acabam de comprar um apê nesse flat. Eles também ganharam o Café Xacra, de Beli. Afinal, ela acompanha EMBELISARIO e já estiveram em nossa casa, quando ela fez a abertura do nosso I Vinhos & Queijos.
Tem um papagaio de pirata ao fundo.
É Bernardo.
Isso aqui tem papo pra quilômetros. Helô ou melhor, Dra. Heloisa, é doutora em Museologia, professora da UFBA e consultora da UNESCO para preservação patrimonial. Ela foi a Diretora Geral do Instituto de Preservação Artística e Cultural da Bahia-IPAC e eu tive o privilégio de ser o seu Adjunto.
Marco é empresário do ramo de cultura atuando em projetos junto com Helô e Bernardo
E ele entende que o momento exige uma champagne.
E viva a nossa amizade! Que seja duradoura.
Esse é o visual da sacada.
Dentro do condomínio mais gente fina pra visitar.

Os amigos Mimo e Bebeth, pais de meu genro Tiago.
Pediram um time pra se prepararem para a foto. Ela também acompanha EMBELISARIO daqui da Bahia.

Agora pode fotografar.
Tudo isso à nossa disposição aqui na Bahia.
Mimo tem um aviãozinho e adora o tema aviação. Sua casa fica ao lado do aeroporto. Daqui ela acompanha as conversas entre pilotos e o centro de controle e está também acompanhando esse vôo que está entrando na costa de Natal-RN. Isso nos interessa. Vamos pegar André e Mariana que estão chegando da Grécia nesse vôo.
Ainda dá tempo pra encontrarmos mais amigos, já em outro condomínio. Esses gaúchos já nos visitaram em Beli. Ana e Nicolle. Caramba! Laerte não foi fotografado.
Ele me ensinou uma técnica baiana de subir em coqueiro.
Os riscos são pequenos. Talvez uma torção no joelho.
Um único coco deu meio litro de água.
E que polpa!
Com direito a levar para os netos.
Estamos no aeroporto. O time do Flamengo estava chegando  para jogar com o Bahia no domingo.
Mas eu não estava preocupado em ver timinho. Queria ver essa seleção, já que Gui e Lilica estavam com os outros avós em Sauípe.
A noite era de São João.
Logo fizeram amizade com esse guri.
Mais craques chegando. André e Mariana.
Eta saudade!
O nosso ciclo de guarda de netos termina nessa hora.
Que dia agitado!!! Deixamos muitos e grandes amigos aqui nesse Estado Nordestino.

sábado, 24 de junho de 2017

SORRIA! VOCÊ ESTÁ NA BAHIA

É um privilégio estar aqui em Salvador no dia 23 de junho, véspera do Dia de São João. Somente quem é daqui ou por aqui passou consegue entender o que essa data significa para os baianos e para os nordestinos em geral. Esse povo alegre ainda se solta mais e o clima ainda se torna mais fraterno.
Quando Caetano Veloso chegou em São Paulo e compôs Sampa,  "É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi", ele tinha razão. Salvador é outro mundo e outra realidade. É difícil entender " o resto".
Onde, por exemplo, você enfia o seu carro de luxo em um local como este para ir a um restaurante?
Estamos no Candeal, um bairro pobre da cidade onde Carlinhos Brown cresceu como um garoto pobre e que aqui criou vários projetos e grupos musicais que modificam a vida de crianças e jovens carentes de Salvador. Através das suas mãos foram formados mais de 5.000 percussionistas que hoje se destacam tocando pelo Brasil e pelo mundo.  
Aqui ele implementou o projeto "Tá Rebocado", de urbanização e saneamento do bairro. Em 1994 Brown fundou  a Associação Pracatum Ação Social, uma referência em cursos de formação profissional em moda, costura, reciclagem, idiomas e oficinas de capoeira, dança etc. Essa escadaria é um dos exemplos.
Ele também criou Festival Guetho Square, que recebeu no Candeal diversos artistas, mas que foi interrompido por problemas com os decibéis que incomodava vizinhos.
Pelo seu engajamento com as questões sociais Carlinhos recebeu muitos prêmios internacionais. Por coincidência nós estávamos voltando da Disney quando ele recebeu uma comenda que em Miami. Topamos no aeroporto de lá e logo tietei essa foto.
Sempre que a gente vem em Salvador voltamos aqui com o amigo/irmão Luiz Carlos, agora com esse carrinho show. 
Ele foi meu diretor no Sistema Ferry Boat, também vindo da RFFSA-Juiz de Fora. Nós retornamos e ele ficou.
Mas perdemos a viagem. O restaurante de D. Madalena, mãe de Carlinhos, não abriu hoje, que é como o dia 24 de dezembro no sul/sudeste do Brasil.
Uma foto de quando aqui estivemos.

Você anda cerca de 300 metros e encara outra realidade urbanística. Estamos hospedados na casa do filho André, nesse segundo prédio.
Quem pensa que Salvador é somente patrimônio histórico,vá vendo aí.
Arquitetura arrojada.
Apenas fizemos alguns retornos, em função do trânsito e entramos novamente em outra realidade. 
Viemos para o Restaurante Donnana.

Tudo é S. João.
Olha o sorriso da baiana. Em poucos minutos a  gente se relaciona como se fôssemos velhos amigos.
Uma casquinha de siri como entrada.
E entre um atendimento e outro, mais conversa.
Uma maravilha de ensopado de camarão com polvo. Moqueca tem azeite de dendê, uma das poucas coisas que eu não gosto na Bahia.
De sobremesa uma musse de coco verde. 
Vamos EMSALVADOR, atentos ao que acontece EMBELISARIO.