domingo, 30 de junho de 2013

CONHECENDO A ARENA FONTE NOVA

Lá vamos nós para ver Itália X Uruguai, para definição do  lugar da Copa das Confederações
Acima de tudo é uma excelente oportunidade para vermos o que está sendo feito por aqui, para aproveitarmos ideias, já que Belisário também será sede da Copa do Mundo em 2014.
Essa é primeira providência que precisaremos adotar.

Precisaremos definir locais amplos para estacionamento gratuito e transporte de coletivos até o estádio. Já estou antecipando alguns possíveis locais. Estacionamento da FAMINAS, abertura de áreas em Itamuri e região. De Itamuri em diante somente subiriam coletivos e credenciados.
Quando houver reunião da comissão organizadora, junto com a FIFA, vou levar essa sugestão.
A Arena Fonte Nova está linda.
Outra preocupação: precisaremos de muitos voluntários.

A partir de um determinado ponto somente passa quem tem ingresso. É uma ótima providência. Essa área é destinada aos patrocinadores, para brindes e promoções.
O ITAU já manifestou interesse em nos patrocinar. Vocês verão isso num filme que vamos postar. Vamos analisar a proposta que ficaram de nos encaminhar.
Começamos as negociações com Melissa, a que está sem óculos, do Marketing do Banco.
Eles recebem torcedores e os preparam com pinturas no rosto, fantasias...
Olha mais uma função que exige muitos voluntários! Quem poderia fazer isso EMBELISARIO ? Sem gozação! Ninguém venha indicar o nosso querido  "Mudinho". Talvez  "Tatu", quem sabe "Amendoim"...
A FIFA havia proibido o acarajé. As pressões fizeram os gringos voltarem atrás. " O povo unido..."
E ai estamos nós: os filhos André, Clebinho e o amigo Mário.
E vamos aos hinos nacionais ...
O padrão FIFA não fica barato. Um latinha pequena lá fora custa 2,00. Esse copo aqui dentro custa 9,00 se for Brahma e 12,00 de for Budweiser.
Os comportamentos da torcida são padrão FIFA. Diferente do padrão Brasil. Se um torcedor segura uma bola, o gandula chama o seu supervisor. A própria torcida se levanta e começa a gritar " devolve", "devolve". O gaiato não tem outra opção. Veja a baixo.
E tendo terminado 2 X 2 vamos para os pênaltis. A Itália levou a melhor. Interessante essa posição de ambos os goleiros, quando não estão defendendo.  Eles ficam virados, de costas para o gol, na hora da cobrança pelo colega. Veja na esquerda da foto.
E rola a festa italiana...
Vejam mais cenas da Arena Fonte Nova. Fotos do filho André.
O retorno também foi tranquilo. 500 metros de caminhada e 15 minutos na fila do ônibus.
Foi  muito legal! Todo mundo torce para um bom futebol.  A maioria torce para os dois times. Todos querem gols, venha de onde vier.

sábado, 29 de junho de 2013

1 ANINHO DE GUILHERME

Dia 29 de junho de 2012, dia de São Pedro, nascia essa fofura baiana. 1 ano depois estamos nós aqui de volta, para celebrarmos o seu primeiro aniversário, e também o seu batismo. 
Numa cerimônia exclusiva para o batismo. Bia, Tiago, Lu e Leo vieram de SP.
O batismo aconteceu nas "Dorotéas", próximo do Campo Grande.
Presentes somente as famílias e alguns amigos mais íntimos.
A norinha Mariana é uma gatinha.
Os avós maternos, vó Mirian e a bisa.
Os filhos Bia e Clebinho têm participação na liturgia.
A Dinda Flávia também.
A bisa "Carmita"  também tem papel de destaque na cerimônia, a toalha batismal que está sendo usada no batismo foi de sua avó.
Os padrinhos são Flávia, irmã de Mariana, e o marido, Mário.
Veja a toalha batismal. Gui é a oitava geração que a usa.
E o garoto já está batizado.
Depois do batismo, um café da manhã ou um brunch, prá valorizar, no salão de festas do prédio dos avós.
Com a família completíssima....
... as norinhas Mari e Lu...
... e o genro Tiago.
Agora somente os filhos.
"Assim você me mata..."
De volta para onde o dia começou. Um banho porque deu prá suar.
Um dia prá ficar na história da família.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

A FAMÍLIA FEROLLA SE MANIFESTA

Prezados belisarenses:

Minha esposa Elizabeth Ferolla e eu estivemos em Belisário após 27 anos e

agora, com outros olhos, sem o motivo que nos trouxe aqui no passado, vimos
 uma cidade aconchegante e merecedora de todo o carinho de nossa parte.

1) Fomos muito bem recebidos na chegada a Belisário e, ao primeiro contato
fomos indicados a pernoitar nas acomodações de dona Maria e Seu José, 
simpaticíssimos e hospitaleiros. Ali, após um cafezinho mineiro, fomos 
indagando sobre os fatos da cidade até chegarmos aonde queríamos:
"Os Ferollas".
Dona Maria mostrou-nos alguns guardados, lembranças de outros tempos, e
para a nossa surpresa, constatamos o que era lembrado dos Ferollas nessas
paragens, ou seja, como dizia Caco Antibes, "...uns mau-caráter"... .
2)Dali fomos apresentados ao Cleber que, num primeiro momento ressabiado,
coitado, achou que estávamos ali pra completar um serviço que o velho Ferolla
não havia terminado. Mas,depois do susto, como todo bom mineiro nem sei se 
de fato é, fomos nos inteirando dos fatos e chegamos a uma conclusão:..
"...são uns mau-caráter"... .

3)Com Cléber demos uma volta nas redondezas e fomos parar em sua casa.
Lá conhecemos sua esposa Miriam, amabilíssima também e ambos nos 
ofereceram uma visita, sem saber dos riscos que corriam com aquela turma, 
eu, Beth e Thereza, minha filha caçula de 7 anos. Após uma conversa muito 
agradável e alguns quitutes, deixamos a residência com uma convicção:
" a natureza humana é fantástica".
Enfim,queremos os três agradecer a hospitalidade de todos,os comentários 
aqui feitos também de D. Nina e Viviane,e dizer uma coisa: entrei na família
dos Ferollas aos 7 anos com a amizade do meu atual cunhado, Paulo Ferolla e
tenho somente uma coisa a dizer:... são tão mau-caráter que acabei me 
apaixonando por um deles, minha esposa Elizabeth Ferolla que me deu duas 
descendentes perigosas, Joanna e Thereza.
Um abraço em todos!!!
Bjs. 
Ródnei


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Beth deixou dois comentários: 

1)Olá Viviane,
Eu também lamentei muito não ter ido conhecer vocês. Minha avó Thereza 
comentava sobre D. França comigo. Na verdade, fiquei sabendo estava 
doentinha e fiquei com vergonha de incomodá-los. Mas estou me organizando 
com meu marido de irmos a festa do Belisário, que por sinal, você poderia me 
confirmar a data.
Um grande beijo e nos conheceremos em breve.
 

2) Amigo Cleber,

Como você sabe estamos de férias e não tive no meu percurso de viagem
como responder e agradecer por toda a recepção. A você e a Mirian.
Lamentei muito o falecimento de seu Taninho, mas em poucos momentos
que estive com ele pude perceber a pessoa boa que era.
Gostei muito da cidade, de sua casa e seu Antonio Elias uma gracinha de
pessoa. Eu e meus irmãos rimos muito das estorias que conheci aí.
O meu irmão Fernando chegou até fazer uma brincadeira no blog.
Foi a melhor viagem que já fiz em minha vida e lamentavelmente não tenho
mais o meu avô Vittorio Ferolla, filho de Luiz Ferolla, que ficaria muito feliz
se estivesse aqui e recebesse a hospitalidade de vocês.
Falei com a Viviane que estou me programando para ir a festa dos 150
anos. Confirme a data pra mim por favor.
Diga por favor ao caro Dárcio que providencie os cálculos logo, por que vai
que preciso pedir um empréstimo, juntar um dinheiro na poupança ou quem
sabe um rá-tá-tá na família para quitar o que devemos. Agora tenho uma
moeda que, quem sabe, interessa: o nosso amor, o nosso carinho,a
nossa gratidão,a nossa sincera amizade e nosso verdadeiro perdão.
Um grande abraço a vocês todos e espero retornar em breve.
Beth Ferolla.

Comentário meu:
Muito legal essas palavras. Antes de viajar gravei uma entrevista com D. França, cujos pais eram muito amigos dos Ferollas. Ela adora essa família e guarda muito carinho para com eles. Lamentou muito não ter se encontrado com Ródnei, Beth e Tereza. Fez-me uma revelação bombástica: como o Coronel Luiz Ferrola saiu de Belisário? Isso eu não falo agora. Só farei isso pessoalmente, quando revermos a família. Só posso adiantar que foi de uma forma muuuuuito bizarra.





ALMOÇO EM FAMÍLIA


Os filhos todos presentes num almoço hoje, aqui em Salvador. Faltaram o genro Tiago, a norinha Luise e os netos Gui e Leo.
Fomos no restaurante Casa de Tereza, eleita a melhor chef da cidade, pela VEJA Salvador em 2012. ela é conhecida de Clebinho. Não estava no restaurante, por isso não aparece nas fotos.
Sobre o restaurante a gente pode ler no seu site:
"No Rio Vermelho, templo de Iemanjá, Tereza Paim realizou mais um sonho. O restaurante Casa de Tereza recebe baianos e turistas com o que de melhor a Bahia tem para oferecer: sua arte, sua beleza, seus saberes e sabores. Na Casa de Tereza, o visitante vivencia uma Bahia elegante, cheia de conteúdo histórico e expressões artísticas por todos os lados. Além disso, o restaurante conta uma vendinha, batizada com nome de seu pai e seu avô, Samuel e Totó, onde são comercializados diversos produtos típicos baianos. Tudo orquestrado pelo que há de melhor na música brasileira.

Por um planeta sustentável, do casarão da Casa de Tereza foi possível reaproveitar piso, paredes, forros, banheiros e mobiliário. O óleo usado é transformado em sabão. Os acessórios são lavados em máquina, economizando de milhares de litros de água. O lixo orgânico é triturado e descartado na rede de esgoto, reduzindo a emissão de carbono. Todos os equipamentos de refrigeração utilizam gás verde. Os peixes usados são os pescados da praia do Rio Vermelho, reduzindo o deslocamento. Os legumes são orgânicos e os ovos, de quintal. O dendê utilizado é extraído artesanalmente. Água é servida na jarra para reduzir descarte de plástico."

São vários salões fechados para eventos. Este é o Salão Iemanjá, com obras de vários artistas plásticos baianos
No segundo andar, o Salão Terreiros,  que faz alusão ao candomblé, religião muito enraizada na cultura baiana.
E também o Salão Igrejas da Bahia, que homenageia o barroco das igrejas baianas e diferentes elementos. Isso é Bahia! Os espaços religiosos são respeitados.
Há também um "mercadinho" para a venda de souveniers, doces e temperos baianos
Presente a netinha Luisa.
E ai estamos...
Acarajé e vatapá prá quem gosta de dendê e bolinho de mandioca com carne seca prá quem não pode.
... e ensopado de aratu e de camarão. Ensopado não tem dendê. Moqueca tem.
Muito agradável o ambiente e a companhia da família. Voltando prá casa pela orla, como bons mineiros que adoram ver o mar.