terça-feira, 31 de dezembro de 2013

UM FLASH NOS NOVOS MODELOS DE COMÉRCIO EMBELISARIO

Quem saiu de Beli já há muito tempo tem motivos para admirar também os avanços no comércio local. Aquele conceito antigo de balcão e freguês ficar aguardando o dono atender, do outro lado,  já não existe  em vários deles. Vamos dar destaque para dois nessa matéria. É que hoje eles promoveram sorteios entre os clientes que fizeram compras nas últimas semanas e assim foram colocando cupons nas urnas;
Esse mercado funcionam com a participação da família. Todos pegando juntos. Paulino, o filho Bráulio e o genro "Tão", que cuida do açougue. Mateus fica com a Farmácia Balbino.

O visual não perde para os supermercados dos grandes centros.
Olha o padrão!
Essa freguesa tem a vantagem de não reclamar e nem falar mal de ninguém.
Variedade...
E avanços na embalagem. Essa máquina embala à vácuo as carnes.
A mercadoria tem de ter um bom visual.
Você imaginava que EMBELISARIO  você acha salmão pra comprar? Mostra aí, Carol!
Variedades de gelados.
E esse povo na rua está aguardando o tal sorteio....
Ou não.
Kleberson e Graciete são de Serrania. Chegaram 6 horas antes do show, para garantirem um bom lugar.

Gustavo, e Elaine são de Muriaé. Renata veio de Macaé. São da família de Laiz. Vieram para a festa da virada.

Vamos falar dos sorteios.
Olha os brindes!


Tudo monitorado por esse auditor independente  que veio de São Paulo só para esse momento.
A bicicleta saiu para..... Karine.
Essa ganhadora não estava no local. Alguém foi chama-la em casa.
Três ganhadores eram do Serrote, zona rural. Todos da mesma casa. Sortudos!
Já ia me esquecendo. Osvaldina cuida da Loja Balbino. Um armarinho bem sortido.
Desmontamos o som cedido pelo Vereador Volniho e fomos fazer o sorteio do outro mercado.Aqui quem pega no batente é a família Pena e Silva. Oferecem até pousada e alimentação  ( 3711 1051).
O auditor aqui foi local. O baixinho João Vitor.
Da mesma forma o mercado tem um ótimo aspecto e muita variedade.
Todo mundo conhece Xoto, não é?
A família do amigo Evart também é sortuda. Ele e a neta levaram prêmio daqui. Uma moça de Beli ganhou um tablet como primeiro prêmio. 


TEM MAIS PAULISTAS NA ÁREA

Enquanto não chegam as últimas visitas que vieram para a VIRADA EMBELISARIO, fomos na roça pra comprar doces.
Aquele sítio lá no fundo é de cinema. É da família do Restaurante Xapuri, em BH. Está a venda e é  muito mais barato do que você pensa. 
O nosso destino era a casa de Tadeu e Toninha.
Será que dá? 
Léo gosta de ver os bichinhos.
E vai ganhar um passeio de charrete.
Com a companhia da amiguinha Melina (Vitória). Tadeu é o motorista.
Dá pra ver a nossa charrete?
Opa! Quando chegamos em casa a família de amigos já havia chegado. Moram em SP, onde são amigos de Bia e Tiago. Ele é o Dr. Albeni, médico psiquiatra e ela é  Olga, além da doce Alice. Pedro já sumiu por ai. Na verdade ambos são de Caratinga, onde passaram o Natal.
Queriam assistir  um grande evento pirotécnico. Ficaram divididos entre Copacabana e Beli. Optaram pelo segundo por acharem que a opção de show aqui será melhor.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

HÁ ESPERANÇA

Começamos assim nossa última matéria: "A ideia era só falar em festas nesse fechamento de ano. Mas surgem fatos desagradáveis....". Mas a "roda viva" também roda para o lado do bem, para as boas coisas. Foi isso que vivenciamos nesses últimos dias.
Estivemos em Muriaé na sexta com Bia, nossa filha de SP. Para o seu desapontamento ela perdeu o celular próximo à Pronta Entrega das Fábricas (não sei se é esse o nome).  Muita decepção. Um smartphone caro, de última geração, com todos os seus dados e a impossibilidade de se comunicar com amigos nesse fim de ano. Tentou ligar, mas ele estava desligado e assim ela providenciou o seu bloqueio. 
Uma pessoa o achou no chão, e sua sobrinha esperta conseguiu o desbloqueio de tela, fez contato com o celular de meu filho na Bahia e com minha sobrinha no Rio pelo what's up.
Assim chegamos em Fernando Rubim, morador de Leopoldina, que marcou comigo de devolvê-lo hoje em Muriaé, quando aqui estaria de volta.
Ao seu lado a esposa Luana e a filha Maria Fernanda. Também sua cunhada Ana Letícia.
Pessoas simples e de altíssimo padrão moral
Minha filha ficou tão satisfeita pelo achado e pela atitude honesta dessa família, que me pediu que desse 100 reais a título de gratificação, mesmo que fosse para a jovem que fez o desbloqueio. 
Mas minhas tentativas foram em vão. Taxativamente não aceitaram. Declararam que o pagamento já foi feito, em saber que o objeto chegou às mãos do dono através deles.
Eles estavam em Muriaé montando um apartamento onde Ana Letícia vai morar, já que foi selecionada para trabalhar como Enfermeira no Hospital São Paulo. Ela concluiu agora o curso superior de Enfermagem.
É confortante saber que há gente de alto padrão ético e de bons princípios. Isso renova as nossa esperanças para 2014.
Hospital São Paulo, que tem uma equipe de ótimo nível, está  conseguindo mais esse reforço para o novo  ano. 

BELISARIO SE DESPEDE DO SR. AGOSTINHO LOPES

A ideia era só falar em festas nesse fechamento de ano. Mas surgem fatos desagradáveis. É a Roda Viva de Edu Lobo.:

Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda-viva

E carrega o destino pra lá.

E foi assim em relação ao Sr. Agostinho Lopes.
Um sol forte, um velório feito na própria residência, todo o comércio com as portas baixadas, clima de contrição ... esse cenário de uma comunidade rural quando vê partindo um dos seus.
A passagem pela igreja dá um certo conforto. O cristianismo aborda bem a questão da morte...
Geraldão veio de Itamuri.
Nilceia lembra do sogro como alguém de poucas palavras, porém muito precisas. Muito objetivo nas suas ponderações.
Sr. "Manezinho Silva" era vizinho. Tinha o falecido com uma pessoa muito amiga, extremamente prestativa e alegre, embora após adoecer tenha se reservado mais. 
Na missa José Domingos também valorizou os bons exemplos do Sr. Agostinho.
"Zé Calais" valorizou os valores técnicos do falecido. Declarou que a comunidade perdeu alguém que deu a ela uma grande contribuição na área de mecânica. Um tipo simples, mas muito capaz e prestativo no reparo e recuperação  de máquinas e equipamentos que eram levados para ele.
A todos os filhos e à D. Luzia os nossos  sentimentos pela perda.
Sobre essa matéria D. Nina Campos comentou:

Sr. Agostinho Amâncio Lopes era filho de Procópio Lopes e Luzia Cipriano Macário, agricultores da Buracada, uma das mais antigas comunidades rurais de Belisário, caminho dos tropeiros que vinham de Rio Branco, Guricema e São Geraldo, no tempo da fundação. Pode-se dizer que ali é o: berço da civilização belisariense, porque os tropeiros além de comerciantes eram portadores de notícias e novidades. Por ex., a 1ª farinha de trigo e como fazer o pão (antes do fermento), que levava vários dias para levedar; tb/ a querosene, que veio alimentar as lamparinas e lampiões, substituindo o óleo de mamona das candeias que pouco alumiavam. Mas as velas de cera e sebo eram ainda muito fabricadas ali mesmo, porque os recursos das matas eram muitos. Assim, as crianças cresciam aprendendo a resolver problemas e a criar soluções. O ofício de ferreiro era básico, como o de seleiro e cangalheiro. Em Belisário, na Pça. Manoel Mariano Alves Pereira, morava um deles, também de nome Agostinho Lopes, irmão de Procópio, portanto, tio do mecânico que se despede agora de nós. Dª Luzia, agora viúva, vem de outra família de agricultores. É filha de Francisco Coelho Duarte e Mª Francisca de Oliveira (já falecidos), da Faz. Veigas, para os lados de Miradouro.