terça-feira, 7 de setembro de 2010

VOCÊ CONHECE O “SEU” MANDUCA?







Algumas pessoas entraram no nosso convívio, como se nossos amigos fossem há muito tempo. Entre elas citamos Manduca e Mariazinha. Um casal muito simpático e alegre, moradores da Varginha, Distrito de Miradouro.

Manduca tem 85 anos, mas apresenta vitalidade de um moço novo. Administra tudo em sua propriedade, monta cavalos e não perde uma cavalgada na região, além de ser um dos promotores da Cavalgada da Varginha.

O seu aniversário é comemorado com festas durante 4 dias, segundo Mariazinha. É um casal festeiro que se conheceu no baile da terceira idade, quando Manduca era viúvo.

Minha netinha Luisa chega de São Paulo e logo pede para ir no Sítio do Manduca, onde, em janeiro último foi batizada a bezerra com o seu nome (foto). Ela quer ver as galinhas, os perus, tartaruga, peixes ornamentais e a criação de rãs. Essas últimas impõem medo ao corajoso Manduca, que prefere chamá-las de sapos.

É, de fato, um lugar muito agradável!

OS AMIGOS SE REENCONTRANDO

O casamento de Roldão e Denise trouxe de volta muita gente que andava meio sumida de Belisário. Foi oportunidade para muitas boas lembranças e matar muita saudade.

Em nossa casa recebemos para um churrasco Francis e Juninho (Madalena). Francis é professor de Direito em Divinópolis e Juninho gerente de marketing do setor gráfico em JF. Paulinho e Eduardo Brum, o primeiro engenheiro de alimentos e Edu veterinário, de transferência para Pernambuco, para trabalhar na Defesa Agropecuária, um órgão daquele estado.

A essa turma, que já aprontou algumas, se juntou o nosso vereador Vandinho e Héder, que também já esteve fora de Beli, mas retornou à “terrinha”, montando o seu negócio na área de marcenaria.


Muitas lembranças dos finais dos anos 80. Da inauguração da quadra do CAC, das descidas de bóia pelo Rio Fumaça, a partir do “banheiro”. Da mobilete que Edu comprou, que foi a maior sensação do momento. Todo mundo queria dar a sua voltinha. Das mineiradas da turma na praia do E. Santo, onde Vandinho, Valninho e Braulinho provavam a água para conferir a sua salinidade.

Saudade dos banhos na Cachoeira do Naor, de Silvaninho, já falecido. Do hi-fi na Cabana Nativa ou na casa de Paulo Brum, de onde saiu o casamento de J. Clóvis e Geórgia, hoje residentes em Angra dos Reis. Da escalada do Itajuru, acompanhados de Onésio, hoje na Aeronáutica.

Também presentes Paulo e Marli Brum, alem de Madalena com a netinha.



A família de Laerte, de JF
O Professor e jornalista Renato Sigiliano
A amiga Silviane

Passado o feriado, cada um para o seu lado, com a esperança de um breve retorno!

sábado, 4 de setembro de 2010

TEM GENTE DE OLHO NO JUVENTUS !

A convite do Sr. Beleti, fazendeiro de Belisário, após combinado com Braulinho, presidente de nossa ONG que incentiva os esportes no Distrito, estamos recebendo nesse feriado prolongado um “olheiro” do Rio de Janeiro. Para quem não acompanha futebol, trata-se de alguém com trânsito num clube de futebol, que tem o papel de descobrir craques.


Danilo que viaja pelo país e encaminha jogadores de potencial para o Vasco da Gama, explicou que a faixa etária preferida, quando se trata de jogadores de fora do Rio, é de 15 ou 16 anos. Ocorre que crianças menores torna-se complicada a ida para aquela capital, sem a companhia dos pais. É uma pena já que temos uma boa garotada na faixa de 11 a 13 anos. (foto Danilo-camisa amarela, Beleti-camisa verde e preta e Braulinho e Valninho de boné)

Os jogadores são submetidos a testes e , se aprovados, recebem total apoio do clube como assistência médica, plano de saúde, alojamento e uma bolsa que, segundo ele, se aproxima de mil reais.

No sábado foi organizado um treino ficando para domingo um amistoso entre a equipe do Juventus e um combinado de Belisário.

A garotada fica sonhando, o que é muito bom. Imaginam-se num futuro como o de Ronaldinho, Ganso, Neimar...

Quem sabe!

Na foto abaixo também vemos, além de Tiago, de camiseta branca, o belisarense Dr. Francis (Madalena),de camisa vermelha, hoje residindo em Divinópolis, de volta à "terrinha" para o casamento do primo Roldão e Denise

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O CAFEZINHO É MUITO CARO! SERÁ?

Muitos reclamam o valor cobrado pelo cafezinho em um bar ou lanchonete, ou pelo quilo cobrado no supermercado, por essa bebida que faz parte da rotina do brasileiro, seja na primeira refeição diária, que já leva o seu nome: café da manhã ou depois de pedir a conta no restaurante. Também quando se quer dar uma paradinha no trabalho, manter o estudante ou caminhoneiro acordado para a sua labuta, para recepcionar a visita na casa do mineiro ..., o café é sempre bem-vindo.
Entrevistamos um de nossos produtores e ele não aceita a afirmação de que o produto seja caro. Muito pelo contrário, Olindo Vital Filho, ou “Lindinho”, como todos os demais produtores, reclama muito das dificuldades enfrentadas nesse negócio, com baixíssimo retorno.
“Os custos são altos, a mão de obra é escassa e cara para quem paga. Uma saca de adubo custa R$ 44,00. São muitos os riscos entre o plantio e a entrega do café na ponta, para ser levado à torrefadora”, afirma Lindinho
O processo começa com a marcação das linhas das mudas, dentro de curvas de níveis, como manda a técnica. O solo deve ser analisado por um agrônomo. A partir daí deve ser tratado com calcário e outros tipos de adubos.
Preparado o solo, são plantadas as mudas e aguarda-se cerca de 30 meses para a primeira colheita, geralmente ainda fraca. Até lá é necessário cuidar do plantio. Capinas, cercas, aceiro para isolar áreas contra possíveis focos de fogo...


A colheita se dá entre os meses de maio e julho e geralmente é feita de forma manual. Lonas ou plásticos são colocados debaixo dos pés, para facilitar o processo e sujar menos os coquinhos, já que o café colhido fora da lona precisa ser lavado em tanques


A colheita é espalhada no terreiro, para a secagem e diariamente são movimentados através de rodos, para acelerar o processo. Se houver ameaça de chuvas, junta-se o pessoal para que seja recolhido ou coberto com plásticos.
O próximo passo é passar os coquinhos pela máquina beneficiadora, despejando-se os sacos um a um, para que a casca seja retirada e os grãos separados.


Uma amostra é levada para um provador habilitado que torra, mói e bebe o café, classificando-o em rio comum, riado, duro, mole ou estritamente mole. Ainda segundo Lindinho, a maioria do café produzido na região é o rio, embora José Calais produza o mole, de melhor qualidade.

O cuidado na escolha das mudas, a altitude da plantação, o manejo, a forma de colher o grão, a limpeza do terreiro e outras questões são determinantes na classificação. Lindinho acha que altos investimentos podem não justificar a busca de uma melhor classificação.


Na foto com os filhos dá para ver um Lindinho cansado, abatido, com os olhos vermelhos decorrente da labuta.

E você ainda caro o preço do café?

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

SAÚDE DA FAMÍLIA – BELI TEM









Por sua posição geográfica, na montanha, pela qualidade de sua água, possibilidades de frutas, verduras e carnes a preços menores, pela tranquilidade e segurança, Belisário já oferece, de forma natural, uma boa qualidade de vida.

Mas tem gente buscando ainda melhorá-la. È a equipe do NASF – Núcleo de Apoio à Saúde da Família, que atende à cidade de Muriaé e aos seus distritos. Pela sua constituição, o NASF tem o objetivo de desenvolver ações de saúde de forma a garantir às pessoas bem estar físico, mental e social. Ele busca integrar à rede de serviços de saúde as necessidades individuais por ele identificadas, orientando às pessoas em relação aos seus direitos e aos benefícios que têm à sua disposição.

Nesse trabalho Belisário conta com a assistente social Mirna, a nutricionista Marina, o fisioterapeuta Antônio e o terapeuta ocupacional Rodrigo.(foto). Esses profissionais para aqui se deslocam nas manhãs de quarta, a partir das 8:30 horas, e organizam ginástica, fazem visitas domiciliares, agendam consultas para médicos especialista em Muriaé, acionam as redes de serviço. Também fazem palestras orientando as pessoas quanto à alimentação, combatendo os dois grandes problemas de nossa sociedade, a hipertensão e as altas taxas de glicose.

Mas nem tudo são flores. Belisário não tem estrutura física para desenvolver esse trabalho. A paróquia disponibiliza o seu salão social para a ginástica mas faltam salas para um bom atendimento garantindo a privacidade do paciente.

O NASF é um programa federal, realizado através de parcerias com as prefeituras municipais.

Na próxima quarta a ginástica vai acontecer na praça. Nós vamos estar lá prá animar também os homens a participarem, já que hoje somente vimos mulheres no salão paroquial.

No dia 22 de setembro, a partir das 8 horas, o NASF e a Secretaria Municipal de Saúde realizarão um mutirão na Praça da Matriz, com objetivo de desenvolver ações de controle da hipertensão arterial e testes de glicemia.